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NOVOS TEMPOS – NOVA EQUIPA

Com apenas três anos de existência, o realizado no âmbito do Instituto Lusófono de Treino Desportivo Prof. Teotónio Lima demonstra a pertinência da sua criação, cumprindo o objetivo único de contribuir para a formação de quadros técnicos no desporto, em especial treinadores. Ao seu primeiro diretor, prof. José Curado, e a todos que neste tempo aqui encontraram o lugar e modo de melhorar e atualizar a sua formação, cumpre-me deixar o merecido reconhecimento. E dizer-lhes que continuaremos a contar com a sua colaboração, porque queremos fazer mais e melhor.

Que “o mundo é feito de mudança” bem o sabemos; importa que sejamos capazes de criar as condições necessárias para que a mudança seja positiva e persiga objetivos cada vez mais ambiciosos e exigentes, implicando superação constante. É este o sentido das alterações introduzidas na estrutura do Instituto, após o recente afastamento do seu diretor, perseguindo os objetivos que justificaram a sua criação e tendo por referência cimeira as palavras, a vida e obra do Prof. Teotónio Lima.

Queremos formar mais e melhor, em permanente interação com as diversas realidades e estados de desenvolvimento de pessoas e instituições. Em cooperação sempre que possível; por iniciativa própria quando necessário.

O desenvolvimento em qualquer área da atividade humana – também no Desporto – é fortemente condicionado pelo conhecimento; o conhecimento que será o fator comum, causa e consequência do que queremos fazer.

Jorge Proença

 

Mensagem do Professor José Teotónio Lima

PROFESSOR JOSÉ TEOTÓNIO LIMA

O Professor José Teotónio Lima, por muitos justamente considerado como o principal pioneiro e inovador da formação de treinadores em Portugal enviou a mensagem seguinte a propósito da criação do Instituto Lusófono de Treino Desportivo.

Para quem esteve sempre empenhado no processo de formação de treinadores e na respectiva institucionalização, a apresentação do Instituto Lusófono de Treino Desportivo, a significar o envolvimento de uma instituição universitária no Programa Nacional de Formação de Treinadores, assume uma relevância que se insere necessariamente nas metas inerentes ao processo de formação dos treinadores portugueses que, desde 1973, foi entendido como um factor fundamental da melhoria do exercício das respectivas funções no seio do movimento desportivo nacional.

É, sem dúvida, um momento de profundo significado para todos aqueles que acompanharam e seguiram o processo de formação de treinadores desportivos em Portugal e que faz nascer renovadas esperanças quanto a um futuro acompanhamento, idóneo e seguro, por quantos se dedicam às práticas das diversas modalidades do Desporto, desde os praticantes aos dirigentes.

À Faculdade de Educação Física e Desporto da Universidade Lusófona ficam os portugueses, mais uma vez, devedores pela sua visão do futuro e pela criação do Instituto Lusófono de Treino Desportivo.

Bem haja.

Teotónio Lima